sábado, 10 de agosto de 2013

Segunda-feira

 

Hoje,
Tempos depois, mas antes que o nunca
Regresso à tranquilidade a pouco já vivida.

Às lembranças de outrora,
Agora somente pegadas enterradas nas areias do esquecimento;
Erros perpetuamente trancafiados no nada.

Devagar,
Deixo o velho perfume perder-se na brisa da nova manhã;
Respiro destes sóis que só agora noto.

Revivo,
Vivo de novo.
Lanço-me novamente ao inevitável instante dos justos e injustos.

Hoje,
Tempos depois, mas não tão tarde.
Regresso à vida que a mim era mais digna e feliz.

Hoje,
Tempos depois, mas antes que o nunca,
Tenho de novo segundas-feiras e o resto da semana.

Brindo à loucura antes esquecida.
 
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