Poeta do mundo,
Do mundo o que sabia,
Sabia menos ainda.
Caído, com seu coração frio
No frio da dúvida e dos outros,
E outros novos arranhões ganhara.
Pobre bobo,
Em bobo e previsível conto de amores se perdera
E perdera mais que a ele mesmo,
Mesmo sabendo de começos e meios.
Mero sorriso desfeito num segundo,
Segundo carma que lhe abatera.
E o poeta do mundo,
Num mundo conhecido errara,
Rara a chance que tivera.
E no nada,
Nada fez.
Poeta do mundo,
No mundo, seu mundo, lamentou.
E o mundo, mundo dela, desencontrou.
E daquele conto,
Contou, talvez muito ou quase nada.
Começos e meios em um.
Um;
Dois beijos.
Calou-se depois.










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