
E o que sobrou,
Apenas as cinzas se lamentando ao vento...
O fogo que reina e tanto transforma,
Faz do velho, o novo,
Ou um imprevisível oposto.
Fogo de que
Que falo?
De amor, indecisão e ira;
Que sempre matam e morrem
Em razão ou tão somente emoção.
As chances que se perdem,
Vão-se até que se precisem,
Retornam forte,
Não mesmas, embora.
Sopra, o vento;
Leva as cinzas.
E faíscas que restam,
Vozes,
Sussurros e gritos;
Com carinho ou desdém,
Tão logo se apagam
Ou incendeiam-se um tempo mais.









0 opiniões:
Postar um comentário