domingo, 31 de julho de 2011

Uns Poucos Sentidos ou Fundamental Instinto


No teu beijo, sacio minha sede;
Encerro meu vício diário de ti.

Vão-se a consciência e os medos,
Antes ditos perpétuos e imortais;
Vão-se no doce silenciar da noite,
Onde apenas tua respiração me habita os ouvidos.

Em meus dedos trêmulos,
Treme também teu corpo,
Ardente como sempre;
Entropia constante de mim

E nossos olhos que se perdem,
Num mar de satisfação, fecham-se;
Entregam-se aos instintos,
Antes tímidos.

Paixão, desejo, amor,
Ou todos juntos.

Que nos importa, senão o momento (?),
Único como uns poucos que temos.

E é na vida onde se aprende a sentir:
Cada prazer, indiferença, dor,
Ou todos juntos.

Fundamentos básicos d'uma sobrevivência;
D'uma harmoniosa sobrevivência.

Por vezes, até, pecados.

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