sábado, 16 de julho de 2011

Sobre os Beijos Não Sentidos ou Vida Restabecida


Quando falava de amor,
Falava de mim mesmo.

Carícias tentava neste coração,
Há tanto machucado pela angústia,
Decepção,
Tempo.

Essa dor viral e inconseqüente.

Calor e frio que sentia,
Que nem gelo ou fogo curavam;
E uma alma em pranto se desfazia
Como lágrimas.

Amor, sim,
Esta dúvida onipresente;
Mágoa, vício e prazer.
Brisa ocasional de alegria.

E tantos beijos não sentidos.

E quando falava de amor,
Falava de mim mesmo
Ou a mim mesmo.

Impulsivo sofrimento, este ao qual optava;
Hoje, não mais.

0 opiniões:

Postar um comentário

 
Free Blogger Templates