É essa, a vida ?!
Essa que me tenta a errar,
Desfaz-se frente aos meus olhos,
Como poeira em meio a mais suave brisa.
E tantas verdades subjetivas que me impõe
Terminam por me perpetuar nesta prisão injusta
Que a dor, viúva da paz, faz-me de parceira
E repousa comigo num abraço.
Logo eu, estilhaçado em dúvidas.
Vivo, sim, com a vida - ao menos compreendido, até -,
Que se porta arrogante ao meu lado,
Sem cheiro, gosto ou beijos de boa noite.
E sobrevivo assim, silenciosamente.
O que sinto, talvez, o que se foi
Porque é a saudade que dói,
A saudade, essa viajante sempre perdida como a vida,
Sempre a me achar.
Eu, que triste que aparento ser,
Só um lamento cálido e insensível de vida que ainda vivo,
Por tão pouco e bobo q seja.
É essa, a vida.
Essa que me tenta a errar,
Desfaz-se frente aos meus olhos,
Como poeira em meio a mais suave brisa.
E tantas verdades subjetivas que me impõe
Terminam por me perpetuar nesta prisão injusta
Que a dor, viúva da paz, faz-me de parceira
E repousa comigo num abraço.
Logo eu, estilhaçado em dúvidas.
Vivo, sim, com a vida - ao menos compreendido, até -,
Que se porta arrogante ao meu lado,
Sem cheiro, gosto ou beijos de boa noite.
E sobrevivo assim, silenciosamente.
O que sinto, talvez, o que se foi
Porque é a saudade que dói,
A saudade, essa viajante sempre perdida como a vida,
Sempre a me achar.
Eu, que triste que aparento ser,
Só um lamento cálido e insensível de vida que ainda vivo,
Por tão pouco e bobo q seja.
É essa, a vida.









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