sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Vestimenta


E a felicidade que vem...

Veste-se de mulher;
Faz-me rir feito moleque bobo,
Lambuza-me com o doce gosto da tua presença.

D'ela,
Tímida, assim, por dizer,
Apenas um pouco, faltava-me.

Ou um pouco dela mesma para si.

E vem;
E me abraça;
E me invade por inteiro.

Felicidade que me tem,
Como nunca teve.
Fraco que estou, estrego-me.

E ela me leva pr'onde bem entender.

Vestiu-se.
Despiu-se.

E seguiu comigo.

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