quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Dessentir


Sinto muito,
Mas não te sinto mais;
Não mais como antes,
Quanto antes.

Do beijo,
O abraço em meio à chuva;
Lembranças perpetuadas
De um passado breve.

Boas e velhas memórias.

Não te sinto mais.
Não como há tempos,
Tempo, que nunca sentíamos,
Que apenas deixávamos passar.

As bobagens;
Os sorrisos;
Momentos que também passavam,
Que deixávamos ir sem dizer 'até logo'.

E assim, seguimos.

Restando a saudade;
A vontade de dizer que sim;
Dizer sem medo ou insegurança.

Sinto muito,
Mas não como eu queria;
Apenas como tem de ser.

Apenas como o mundo (ou você) me impôs.

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