terça-feira, 28 de setembro de 2010

Suplício Descomunal


Um último sorriso forçado.
Resquício de esperança, talvez.

Tôla e pobre esperança
Que de tempos atrás me deixava controlar,
Controla-te à ti mesmo!

Esta, que de escudo serviu à dor,
Desta, a qual enfraqueço,
Ou a qual pertenço,
Em mim, torna a unir-se.

Lamento constante que me aflige,
Tira de mim todo o conforto
Toda alegria há tanto desejada.

Dúvidas se dissociam até sumirem.
Verdades se sobressaem.

Passos aleatórios caminham para lugar algum.

Sob tempestades, com dificudade e temor do amanhã,
Resta-me viver.

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