quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Mute


Bate, a porta.

Desfaz-se o silêncio, outrora perpétuo.

Humanos acordando para a realidade,
Quem sabe ñ tão real assim.

E eu, humano, ñ tão real assim,
Desejando um ou outro sonho,
D fácil realização.

Portas se abrem.
Portas se fecham.

Para mim,
Sempre entreaberta.
Na dúvida entre um sim ou um ñ.

E sem os sons do mundo por ñ querer.

Bate, a porta.
Deito-me.
Durmo.


Silêncio q impera.

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