domingo, 27 de junho de 2010

Na Terra do Caos


Amanheceu
Uma outra vez, na Terra do Caos.

Ñ se ouvem pássaros,
Ñ por ñ existirem,
Mas por jah terem desistido d seu canto.

O sol, antes meu aliado,
Hj, ñ me tem serventia,
Ñ me aquece qnt antes.

Sigo gélido,
Frio, frente ao deserto da minha vida.

Amanheceu
Uma outra vez, na Terra do Caos.

Procuro a luz.
Ñ com tanta esperança,
Nem tanto desejo.
Mas automatizado pelo instinto.

Vozes insistem em se ausentar.

Eu, à procura do desconhecido,
Percorrendo uma semi-reta.
Desviando d falsas curvas.

E continuo em frente.

Amanheceu
Como tantas outras vezes, na Terra do Caos.

E enquanto isso,
Olho para o escuro por trás d mim

(Jurando poder saber o se perdeu).

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