terça-feira, 18 de maio de 2010

Sofrível


Silêncio!

Cala-t, assassino do amor!
Afasta-t do q ñ for de tua fiel e amarga dor!

Exclamo por saber de teus atos!-
Ñ d teus fados,
Ou medos.

Na tua sina, pesdeste-te.
E do teu sangue, bebeste.

Agora,
Engulas a deplorável e enraisada sensação da solidão;
Senta-te ao pé da mesa,
Faz das sobras, banquetes!

Q sofra...
Ñ pelo q fizeste,
Mas pelo q deixaste d fazer...

Sofra...

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