quinta-feira, 13 de maio de 2010

Naquele dia

Naquele dia,
Recordei-me das nuvens pesadas sobre minha kbça,
Lembrei q meu chão ñ mais existira.

Naquele dia,
Gravei, em minha própria carne,
Marcas do arrependimento e da angústia;
Tratei d aniquilar as dúvidas do sim e do não.

Naquele dia,
Notei a carência se fazendo presente,
Percebi q abraços e bjs podem representar mentiras
E q atitudes injustas podem passam despercebidas pelo coração
[Mas ñ pelo cérebro].

Naquele dia,
Numa manhã singela como tds as outras,
Refleti sobre meus atos,
Sobre o quão tolo havia sido.

Naquele dia,
Vi q minha juventude ñ passava d fragmentos medíocres,
E q a maturidade q achava q tinha era um qse nada,

E entao,
Qnd finalmente minha mente havia calado,

Sorri.
Ñ por vontade,
Mas por necessidade.

Diante de tantas outras,
Minha vida pod ser um paraíso.

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