quarta-feira, 12 de maio de 2010

Limite


Olho o céu...
Perco-me em sua vastidão.

Azul infinito,
Traçado d norte à sul, d leste à oeste.

Perco, tb,
Em mim,
Procurando encontrar d onde vem essa paciência td.

Se um dia me desgasto por completo.

Talvez assim eu deixe esta qse-morte à qual pertenço.
Ou talvez assim,
Seja, d fato feliz,
Como sou com amigos, amigas, mãe, pai, irmã, cão.

Corro,
Percorro.

Perco-me.

Eh meu limite.
Eh minha sina.

Retiro o peso sobre minhas costas.

Entrego-me à vastidão azul.
Reencontro a felicidade.

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