segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Casulo ou A Quase-Metamorfose


Crescendo do desdém d quem admira,
Envolve-se em uma carapaça gélida e intrigante...

Q d tão fria, corta-lhe a derme,
Aquecendo-se através do sangue ardente.

Diante d tantos outros,
Fosse soh mais um inseto,
Menosprezado como os outros,
Esmagado como os outros

Medíocre como o restante...

Larva colhendo d árvores infrutíferas,
A mísera alegria d viver.

Rastejando-se a qlqr feixe d luz
Ou a qlqr mão q a apedreja.

Q busca, senão a humilhação ?

Um amanhã mais bonito.
Mais sincero, talvez.

- Rompe-se a carapaça.
Nasce a borboleta.

Bate asas e se vai...

Quer aproveitar suas poucas horas d vida,
Ou quem sabe, aquele vôo tão único qnt suas cores.

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