quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Hiato


Talvez fosse uma falha, apenas,
Ironias do destino ou algo parecido.

Chuva caindo,
Relâmpagos iluminando aquela noite sombria,
E uma voz.

Melodiosamente,
Ludibriava-me,
Ignorando qlqr q fosse meu ato,
Minhas respostas àqueles estímulos.

Lah estava eu,
Imóvel,
Observando a figura perfeita q se formava diante d meus olhos.

Parecia-me cotidiano,
Mas, ñ pude recordar.

Aquele corpo,
Aquela voz.
Td.
Td transbordava vida.

Eu,
Sem palavras,
Pude apenas ouvi-la, distante:

- Desculpe, por favor, desculpe,
Disse-me.

E se foi.

Sob tonturas,
Pego uma rosa branca caído ao meu lado.

Depois,
Uma dor aguda
Seguida d gotas d sangue q rolam d meus dedos...

Uma dor aguda.
Um suspiro reprimido.

Vejo um portão iluminado se abrir próximo a mim.

Olho novamente minha mão.

-
A beleza e morte são algo fascinantes.

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