quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Volume mínimo


Lágrimas secam c/ o calor d meu rosto.

Sigo,
Pouco atordoado,
Implorando à minha velha e desgastada racionalidade.

Fantasmas d um passado breve
Param para segurar minha mão,
Cumprimentar-me,
Teimando em me tentar.

- O pecado sussurrando em meu ouvido.

Ñ ouço.

Fecho-me.
Escondo-me.
Perco um sentido mais
(Como outros q jah se foram).

Adiante,
C/ sua face pouco atrativa, porém verdadeira,
A recompensa me espera.

Tudo muito relativo...
E claro...

Nós criamos nossos fantasmas,
Nossas recompensas.

E o nosso medo...

Ele também.

(Fecho os olhos e escuto a voz q fala d meu destino)

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