segunda-feira, 20 de abril de 2009

Irreal


Pela janela
Num horizonte confuso e sombrio
Desfaço-me em milhares d fragmentos

Partes do meu eu flutuam e se misturam

Esperanças, medos, dores e alegrias
Tudo se perde
Ou se acha

Nego a existência d uma verdade na qual soh eu acredito
Olhando c/ pesar para todas as coisas q nunk fiz
E p/ as q jamais farei
Coragem tenha me faltado, talvez

Viajo p/ lugares desabitados

Impenetráveis a todos os sentidos
Lugares nos quais posso fantasiar a vida perfeita

Chamou-lhes d horizonte vertical

Neles, sou mais forte, sensível e feliz
Neles, meus atos são conquistas

E meus defeitos, acidentes

Meus sonhos são uma imagem distocida d minha realidade
Ond sou eu msm

Fora, sou soh o q querem q eu seja

Um dia,
Talvez eu mude

Ou talvez quem deva mudar sejam os outros

Eh,
Os outros

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